Micos a parte, tiramos algumas fotos na Praça de Luís de Camões. Ele estava um pouco envergonhado com a cena que acabara de presenciar (clique aqui para entender que cena foi essa), mas aceitou tirar as fotos conosco.
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Bem perto fica um dos cafés mais famosos de Lisboa: A Brasileira. Sentamos lá só para tirar uma foto com Fernando Pessoa. Sim, o próprio, imortalizado uma estátua.
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Aproveitando o momento, nada melhor que registrar aqui, uma de suas poesias:
MAR PORTUGUÊS
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
--- x --- x --- x --- x --- x --- x --- x ---
E vejam que interessante!
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Continua em: 03/05/08 (3ª parte) - Castelo de São Jorge
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MAR PORTUGUÊS
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
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E vejam que interessante!
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Continua em: 03/05/08 (3ª parte) - Castelo de São Jorge
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