Lá vamos nós para o Vaticano novamente, desta vez para ir direto ao Museu. Uma fila imensa dobrava quarteirões. Ficamos um pouco mais de 1 hora até entrar. Valor da entrada: 14 euros... Levando em consideração, que devem ser umas 10 mil pessoas por dia, cada uma pagando esse valor (já temos 140.000 euros), multiplicando por 6 dias da semana em que fica aberto (840.000 euros), multiplicando ainda por 4 semanas, chegamos ao total de míseros 3.360.000. É... até que é um bom valor.
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Sem fazer juízos demais com relação a esses números, mas pensando na arte, o museu, aliás, os museus, pois são vários que estão reunidos ali, impressiona.
Os Museus do Vaticano estão instalados em palácios construídos originalmente para os papas do Renascimento, como Júlio II, Inocêncio VIII e Sisto IV. lá estão muitos dos acervos mais importantes do mundo.
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A área dos museus é grande, por isso é bom ir com muito tempo. Há um rígido sistema de "mão única", e o melhor é escolher um dos quatro itinerários indicados com cores, com duração variada entre 90 minutos a 4 horas. Nem lembro que itinerário pegamos, mas sei que ficamos muito tempo. E precisaríamos de mais.
O caminho é cheio de vai-e-vens e subidas e descidas... enfim, sei que passamos pela Galeria dos mapas, pela Galeria das Tapeçarias, pelas Salas Rafael, e muitos outros lugares. No meio disso, vimos a famosa obra de Rafael - A escola de Atenas - que para nós tem um sentido especial.
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No caminho haviam várias indicações para se chegar à Capela Sistina. Criava-se uma expectativa grande nas pessoas. Depois de muito tempo, chegamos a tão esperada capela pintada por Michelangelo, e foi o único lugar onde não se podia fotografar ou filmar.
A Capela Sistina é impressionante. Michelangelo pintou os afrescos no teto a pedido do papa Júlio II entre 1508 e 1512, trabalhando sobre andaimes. Os painéis principais, que mostram a Criação do Mundo e a Expulsão do Homem do Paraíso, estão cercados por imagens do Velho e do Novo Testamento. As paredes da Capela também estão decoradas com afrescos de alguns dos melhores artistas dos séculos 15 e 16, mas a principal obra está na parede do altar, onde Michelangelo pintou o Juízo Final.
Muitos veem imagens das pinturas da Capela Sistina, mas só pessoalmente para ver a grandiosidade. lembro que em momento ficamos discutindo para saber se uma cortina que estávamos vendo nas paredes laterais eram de verdade ou eram pintura. E eram pinturas, mas tão bem feitas que pareciam reais. O mesmo ocorrida com as pinturas no teto, de onde pareciam sair os personagens que lá estavam.
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Mas um momento que marcou muito mais a mim, pessoalmente, foi quando entramos na parte grega, que correspondia aos Museus Chiaramonti e Pio-Clementino. A ideia da Beleza estava ali. Eu vi. Uma perfeição em todas aquelas esculturas que só faltavam falar (como disse Michelangelo ao finalizar uma de suas grandes obras - Davi).
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O tempo passava, inexoravelmente, e ainda queríamos ir ao Museu Egípcio. Mas também ainda tinha a Basílica de São Pedro e o Coliseu... aaaahhhhh!!!! E agora?
Bom, vamos aproveitar o que dá. Passamos brevemente pelo Museu Egípcio, que possui um acervo de artefatos diversos, além de tumbas, múmias e diversas estátua de deuses egípcios.
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Bom, faltou muito o que ver ainda, mas já deu para ter um aperetivo. O jeito será retornar, e que seja o mais breve possível.
Continua em 12/05/08 (2ª parte) - A maior igreja
Um comentário:
Os museus, segundo JAL, são guardiões dos restos de um grande naufrágio da humanidade espiritual.
E o museu do Vaticano foi um dos lugares que mais me marcou na viagem justamente por este fato de estar diante das relíquias destes grandes homens, artistas e deuses.
Lá eu entendi o verdadeiro conceito de arte de Jal "A Arte, a verdadeira Arte, é aquela beleza, a harmonia pura que ilumina e eleva, fazendo vibrar o melhor de nós próprios." Eu vibrava diante de cada pintura e escultura. A Capela Sistina é belíssima, inspiradora, transcendente...
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